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Segunda-feira, Abril 30, 2007

Este é o Cristiano Ronaldo que não acabou os estudos:

(A Maria Gambina que não acabou os estudos? Mas… Mas... A que acabou também não me parece lá grande espingarda, quer dizer, a rapariga não tem muito cara de pós-graduações nem de mestrados, pois não?, limita-se a desenhar uns trapos. Os estudos foram assim tão importantes para ela? E o mesmo se diga do Abrunhosa. O que acabou os estudos para ser o quê? Doutor? Uma grande estrela do show bizz luso? Temos que acabar os estudos para ficarmos como ele? A não saber cantar? Temos que acabar os estudos para ficarmos como a Gambina? Que é o quê? Uma designer de renome internacional? Ou como a Judite de Sousa? Essa grande pivot da CNN? Essa Oprah portuguesa? É que por favor… às vezes, juro, o novo riquismo parece-me uma coisa tãaaao boa. Em especial, quando se opõe ao velho miserabilismo, que, neste caso, nos chega sob a forma de um - mau - anúncio televisivo.)

Quinta-feira, Abril 26, 2007

Este é um momento histórico. O primeiro youtube no meu blogue só podia ser do ultra fantástico, maravilhoso, genial, Ricky Gervais. Brilliant, mesmo. Obrigada, !

Quarta-feira, Abril 25, 2007


Quando a figura de Salazar
ganhou aquele concurso idiota na RTP, eu até me ri, com os coros indignados que então se levantaram: que Portugal isto e que aquilo, que os portugueses, órfãos, resignados à sua sorte, só tinham o que mereciam, e que ah! e que oh!. Sempre me pareceu que meia dúzia de mecos da extrema-direita, da direita, ou nem tanto (apenas gente com um estranho sentido de humor), tinham desatado a votar à estúpida só para chatear a esquerda e baralhar as cartas do politicamente correcto. Afinal, bastava telefonar. Grande palhaçada, portanto, para gaúdio de uns poucos, uma vez que a esquerda (e todos os anti-salazaristas em geral), feitos parvos, morderam o isco e correram a mostrar-se chocados e horrorizados com uma votaçãozeca meio aldrabada num programa medíocre de televisão, que metia no mesmo saco figuras totalmente díspares, sem qualquer nexo ou fio condutor.
Nas nossas escolhas (quaisquer que elas sejam) tem de haver um nexo entre as opções que fazemos e o que é preterido. Num concurso, esse nexo entre os vários participantes tem de ser unívoco: várias pessoas passam por uma mesma prova, de idêntica natureza, e que ganhe o melhor (ou o pior, consoante o tipo de concurso). Ora, nesta excrescência televisiva, não havia nada disso; os talentos eram vários e apontavam em direcções diversas, numa lógica obstrusa: visionários, poetas, ditadores, ditadores wannabe (Cunhal, por exo.), reis, gente simplesmente boa (Aristides de Sousa Mendes) e políticos tout court (o Marquês), tudo no mesmo saco. Pouco ou nada em comum, portanto. Nenhum critério uniformizador que os colocasse na mesma linha de partida; apenas um molho de gente que, de uma forma ou de outra, terá influenciado os diversos rumos de Portugal, por assim dizer.
Ora, se formos pelo critério da "influência", ou seja, de como uma só pessoa pode conduzir um país numa ou noutra direcção, talvez Salazar tenha sido, de facto um grande português: durante décadas, manteve o país mergulhado no obscurantismo (cultural, político e social) e nas sopas de cavalo cansado, deixando o país perder de vez (porque já desde mil oitocentos que o vinha a perder…) o comboio do desenvolvimento, que então se vivia no resto do mundo civilizado. Salazar trancou o país por dentro, negou-se à descolonização e lixou esta merda toda durante muito tempo. Ainda hoje nos ressentimos disso: no espírito provinciano e mesquinho que nos cumprimenta todos os dias a cada esquina, nos complexos de inferioridade, no saudosismo bacoco de quem só se queixa e não tenta fazer melhor, na herança da violência doméstica (a família, a família, tudo pela família…) e do alcoolismo quase endémico, e na falta de vontade e de coragem para a intervenção cívica, por exemplo.
Salazar, infelizmente, foi um português de monta, sim senhor, porque, em meados do século XX, quando os outros países já tinham televisão a cores e se começava a pensar em mandar o Homem à Lua, ele mandava gente para o Tarrafal e assava-os na frigideira, mandava miúdos para o mato matar pretos, assassinava os opositores políticos e mandava a pide entrar pelas casas dentro de cidadãos cumpridores e trabalhadores, confiscando-lhes Kafka e Mark Twain, enquanto pairavam, negras, as ameaças de detenção, os sustos de morte.
Salazar teve o grande mérito de estruturar o medo à escala nacional. Isso faz dele um dos grandes de Portugal. Uma grande bosta, mas grande. Porque o maior português pode sempre querer dizer o português que mais nos fodeu o juízo, ininterruptamente, durante mais anos, e que mais nos afastou das coisas boas e importantes que, entretanto, aconteciam no resto do mundo. Portanto, de certa maneira, vistas as coisas de um certo prisma, quem votou nele até tinha razão, mesmo sem a querer ter.
O que vale é que, como dizia eu hoje ao meu filho mais novo, "Um dia ele caiu de uma cadeira, ficou doente e morreu; depois veio um velho parecido, embora um bocadinho menos mau, até que os portugueses se fartaram de morrer na guerra, de não poder ler os livros que queriam e de ter de ir a Espanha beber Coca-cola, e mandaram uns soldados correr com aquela canalhada toda e, depois de algumas confusões em que todos queriam o poder, puseram as pessoas a votar e a escolher quem queriam que mandasse nelas, e a ler e a comprar o que lhes apetecesse. E a beber muita Coca-Cola."
E pronto. Por estas e por outras é que hoje corri meia Lisboa só para comprar um cravo vermelho e ando com ele ao peito - mesmo dentro de casa, até quando vou à casa de banho fazer xixi.

A propósito, ler este post da Tati, de que gostei muito.

Terça-feira, Abril 24, 2007

Temos que aperfeiçoar a coreografia do "Like a Virgin", meninas. Ah! Levamos as mini-saias à colégio interno? :)

Domingo, Abril 22, 2007

Gosto muito da sujidade limpa do campo;
de mergulhar as mãos nuas na terra, de deparar com minhocas gordas e de as dar a comer aos sapos e aos peixes do lago. Eu, de cidade há gerações várias, não tenho nojo de minhocas gordas, nem de rãs, nem de cobras. A semana passada apanhámos uma cobra de água; passeou-se pelo meu braço como modelo numa passerelle e, depois, foi à sua vida. Um casal de corujas brancas nidifica todos os anos na chaminé da cozinha e, enquanto faço a sopa ou aqueço o leite, ouço os cicios das crias, assustadas com o barulho das panelas. Nas traseiras da casa existem restos de ratos mortos, de passarinhos recém-nascidos e pernas de coelho meio comidas. Quando não são as corujas, são os gatos; quando não os gatos, os cães. Embora os gatos durmam enroscados nos cães e sonhem os sonhos deles. Mergulho as mãos na terra e tenho sempre a sensação de que algo de muito primordial, de muito primevo, me rodeia as veias, os nervos, como se escutasse os rumores do princípio do mundo. Porque eu sou muito ervas daninhas e orégãos por entre as raízes das oliveiras; sou muito à solta, muito dente-de-leão, fruta trincada na árvore, maçã bichada. Sou pouco, ou quase nada, raíz envasada. Aqui, ninguém tem medo das abelhas que voam à nossa volta: todos sabem que andam ao pólen, é só o que lhes interessa. A relva, na verdade, há muito que morreu: agora é só grama e ervas altas, mas não faz mal: cortado, tudo, com aquela máquina em promoção no AKI, e nem se nota a diferença, parece um campo de futebol. Quando rego, faço-o descalça e metade da água vai para os meus pés, reparam as plantas, invejosas. Aqui, andamos todos descalços, à chuva, sujos e a cheirar a cavalo, embora não tenhamos cavalos. Dos meus filhos, cada um com o seu cheiro próprio. O mais velho cheira a cão, mas isso não é mistério nenhum, pois é num deles que se esfrega o dia todo; se pudessem, dormiam juntos, debaixo dos mesmos lençóis, e contavam-se segredos de namoradas pela noite dentro. O mais pequeno cheira sempre a lareira. Mesmo quando é Primavera, como agora, e a lareira já só fumega lembranças do Natal passado; o cabelo dele é de um fogo esmaecido que lembra pinhas ardidas e resina derretida. Que bem que lhes faz!, apanharem minhocas, enrolarem-se-lhes cobras de água nos tornozelos e agarrarem em gafanhotos verdes para, com eles, pregarem sustos de morte à mãe (pois que tem limites, esta enorme fatia campestre de mim). Tanto que precisam, de andar descalços e ganhar casco, de ajudar a colher o feijão e de comer da boca do cão. Eu cá não deixo (nem pensar!), não, nada de andar à chuva que se constipam, nem de beber da água do poço, muito cuidado com a cobra, que nunca se sabe e nada de comer onde, antes, mordeu o cão e lambeu o gato, porque os micróbios isto e assado. Mas, no fundo, o que faço é olhar para o lado e esperar que lhes bastem as vacinas, que ganhem defesas como soldados experientes e que cresçam fortes e com a natureza dentro deles. Esperar, portanto, que esta sujidade limpa lhes enxagúe os corpos e as almas e lhes dê alento para o regresso à cidade que os espreita, gulosa.

Quinta-feira, Abril 19, 2007

Encarpa-se, ela, num mergulho cornucópia,
sustém o ar e enche a boca como uma criança com birra ou um peixe balão e nada para longe, para muito longe. Foge dele, sentado que está na orla da praia, que até parece um senhor, todo vestido, todo de branco, os pés descalços, impante de correcção e fineza. De calças e alma vincadas, as notícias do dia, secção de economia, a política nacional, as palavras cruzadas. Ela inspira e cospe, aflita de amor, ai que o quer tanto, precisa-se mar dentro, ele que nem sonhe. Cavalga as ondas como lembranças e ele, impassível, imaculado, sem lhe reconhecer o arrebato, o instinto de fuga, o amor profano. O horizonte a afastar-se da praia, que é agora um fiozinho castanho, clarinho e minúsculo, com ele no meio, como um anacronismo ventoso de vagos contornos, um buraquinho de traça no meio de um lençol. Branco. Ele, um buraco a ser remendado, passajado, cada vez mais ao longe, numa quase transparência de cefalópode, distinto. E ela que o ama tanto e que foge, agarrada à perna esquerda que, dormente, quer voltar para terra. Os vestígios monótonos de algodão branco ao fundo, que são a rebentação, embalam-lhe as braçadas largas, e ela a amá-lo entre braçadas, a engolir golfadas matreiras de água salgada, enquanto o sol, resfolegante nas suas costas nuas, lhe oferece festas macias, às vezes, ponteagudas. Monta-se nas ondas e desvanece, de cansaço, de amor, mas ele nem se importa, sentado na praia que está, a cadeira meio enterrada, o martini beberricado, a toalha que esvoaça sobre a mesa, imaculada como ele, um sonho de macramés e de bilros, enquanto um bando de gaivotas roxas soltam o pio do começo da noite e do regresso a casa. Os aperitivos ratados e a areia fina que lhe acaricia os pés, feita vadia, dissimulada por entre os dedos; o cabelo escuro penteado para trás, um cigarro vagaroso, vaga-lume. Ela nada e ele, bebe. Ela a amá-lo e ele, nada. Ela a amá-lo e ambos no mesmo lugar, ela que afinal não saiu do lugar, marés contrárias e a costa que a puxou para a praia, ela vencida, a rir, a rir. Gaivotas roxas e ele, que nunca soube que ela lhe queria fugir, que antes o mar alto que os olhos dele, revoltos. Ele, de palhinha e fato inglês e ela a amá-lo, colonizada, rendida, a regressar como náufraga, exausta, a deixar-se boiar numa gargalhada solta que acerta direitinha o céu, a morder a areia da praia sob os pés dele, a puxar–lhe a toalha, a entornar-lhe o martini, a roubar-lhe a azeitona. E ele, impassível, quieto como um paravento no estio, com o seu chapéu de palhinha, vaidoso, patético, pequeno, debaixo de um sol de sangue que desmaia rapidamente. Ela a compor-se, a limpar as algas do cabelo, a dobrar e guardar o ar de sereia e a baloiçar-se à sua frente, ao sabor da nortada. Sabe que perde tempo mas, como é só tempo que perde, dança como se quinze anos e inventa que o seduz ao som da música agreste de um baile de aldeia, outra vez a revelar-se-lhe, em absoluto segredo, outra vez rapariga. Entendes, agora, o que te quis dizer, minha amiga?

Quarta-feira, Abril 18, 2007

Pensando bem, pareço ser a única pessoa por estas bandas que:
a) nunca pôs um vídeo do youtube no blogue;
b) acha que o primeiro ministro deveria demitir-se imediatamente, que os tribunais deveriam entrar à grande e em força na situação (descortino ali, no mínimo, uma boa meia dúzia de delitos penais), e que não deveria haver mais conversa nem justificações de chacha.

Segunda-feira, Abril 16, 2007

Progestrona ruleZ!

"Uma semana antes, somos assim uma espécie de kim jong-Ilsizinhas prestes a despejar as nossas ogivas nucleares shocking pink sobre a humanidade só porque alguém sussurrou que somos curtas de perna e exageramos no cognac. Ficamos ditadoras loucas. Poderosíssimas e insanas. Tão depressa somos capazes de matar, com gosto, o povo que nos rodeia, à fome, como de lhe atirar rebuçados ao pés, por entre soluços de dó que nos turvam os sentidos. Quando chega o dia propriamente dito, rebolamo-nos que nem croquetes fotofóbicos, afogamo-nos em trifenes num quarto escuro e entregamo-nos às cãibras, que mais parecem pontapés certeiros de Deus nosso senhor, apostado em relembrar-nos a cada vinte e oito dias que é nossa a culpa do pecado original. Debalde, perguntamo-nos por que becos e vielas do corpo da nossa mãezinha terá andado o cabrão do cromossoma Y, para se ter perdido no exacto dia em que fomos concebidas... Na semana que segue, a puta da retenção de líquidos que faz com que pareçamos aquários ambulantes a despejar devagarinho, com uma fuga algures lá no meio. Como uma desgraça nunca vem só, finda a mesma e vazados os líquidos, acordamos enxutas, espernéticas, energéticas e prontas para acasalar com qualquer macho sem evidentes deficiências físicas, desde o trolha da esquina ao eng. Macário Correia, cujas imagens vagamente distorcidas nos surgem como hipóteses viáveis para a propagação urgentíssima da espécie humana. O nosso amigo cio, esse ganda maluco, sempre divertido, tilinta-nos aos ouvidos que o ovolozinho está maduro, que já caiu e que vai a caminho, como uma pêra fresquinha numa camioneta de caixa aberta a caminho do mercado abastecedor da região de Lisboa. De ventas coladas ao chão de asfalto, farejamos os trilhos deixados pelos machos incautos e saímos atrás deles, tratando de assegurar que estejam posicionados bem à porta quando o supermercado abrir, com a pêra em exposição, chamativa e reluzente. Nesses poucos dias em que dura o estado de exultação física, a prioridade é apanhá-los a jeito e não ter medo de utilizar drogas, algemas ou mesmo as descrições eróticas do Paulo Coelho, porque para a propagação urgente da espécie vale tudo, mesmo tirar olhos (apêndices que, no caso, se mostram dispensáveis). Quem tem marido, por princípio (há excepções - e que divertidas devem ser!) salta esta fase da escolha, do un-dó-li-tá (whatever!) e aterra logo em cima do dito, assim tipo medalha de ouro na modalidade estafetas. Na terceira semana (a que antecede a primeira), estabilizamos os níveis, ficamos quase, quase, serenas e é então que devemos aproveitar para pedir perdão, devolver as coisas roubadas e pagar os estragos e as contas de hospital. Enfim, para sermos encantadoras e equilibradas, e impingirmos aos outros o nosso efémero EU cor-de-rosa, feminil, meigo, carinhoso e sensato. Há que mimar com empenho e desinteresse os nossos homens, provando-lhes que eles são algo mais para nós do que repositórios gigantes de espermatozóides sub-aproveitados, aproveitando para mimar também os amigos e restante família, tentando convencer todos eles que, afinal, apesar do que possamos ter feito ou dito durante uma semana em cada quatro, não queremos nada que eles morram todos por asfixia com um penso higiénico entalado na garganta. Porque, a bem dizer, só temos uma semana, mais coisa menos coisa, para tentar causar uma impressão aceitável no nosso semelhante, apagando a memória fresca das bombas atómicas que detonámos à nossa volta, tudo porque os nossos fluídos corporais seguem à risca o timing lunar. Com uma pontualidade britânica, damn it!"

(repost, e bem a propósito...ai!)

Domingo, Abril 08, 2007

Uns anormais do partido nacionalista (???) resolveram ameaçar, num fórum na net, os Gato Fedorento, por causa de um cartaz a gozar com as enormidades que constavam de um outro cartaz, este daquele partido. Toda a gente conhece a história. Por esta altura, Ricardo Araújo Pereira (RAP), anda com protecção policial, porque, além das ameaças à integridade física, os energúmenos mostraram saber qual o colégio frequentado pelas filhas e, foda-se!, que com os nossos filhos ninguém brinca, cabrões. Apesar disto, RAP adoptou uma posição pública de displicência, pretendendo com isso, presumo, esvaziar as ameaças de conteúdo. Eu li algumas e acho que RAP faz mal. E não só porque duas ou três me pareceram razoavelmente sérias (afinal, estamos a falar de uma associação de pessoas tendencialmente más e incultas, uma daquelas permissividades democráticas que somos obrigados a engolir mas que não nos mesmo apetece nada), mas também porque, por muito pouca fé que se tenha na Justiça portuguesa, este é um crime punível com pena de prisão efectiva. E talvez RAP e os seus colegas devessem ir por aí, assim obrigando os energúmenos, escondidos pela capa do anonimato, a, mais tarde ou mais cedo, dar a cara em julgamento. Poderiam até conseguir só uma pena de multa paga pelos papás ricos, mas os criminosos seriam obrigados a aparecer. Alguém ficaria a saber que tem um primo, um irmão, um tio, um filho, um vizinho ou um colega, energúmeno: sem sentido de humor, vingativo, miserável. Alguém, algures, teria vergonha. E, afinal, como diz Shakespeare, numa tradução muito mais que livre, os cobardes morrem muitas vezes antes da sua morte. Esta poderia ser uma delas. Metaforicamente falando, claro.

Quarta-feira, Abril 04, 2007

Note to self:
Nunca mas nunca ir ver os destroços de um carro onde se teve um acidente grave. A sério.